Publicado em 05 maio 2026 • por Hanelise da Silva Brito •
Cinco novos residentes passam a integrar o Laboratório de Inovação da PGE/MS (Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul), reforçando a atuação tecnológica da instituição. A chegada ocorre após a aula inaugural do Programa de Residência Tecnológica em Engenharia de Software Inteligente, realizada nesta segunda-feira (4), no TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), que marcou o início das atividades.
A aula inaugural contou com a presença do procurador-geral do Estado, Márcio André Batista de Arruda, que destacou a união entre as instituições a fim de promover ganhos reais de eficiência e melhorias concretas nos serviços prestados à sociedade sul-mato-grossense. O procurador-chefe do Laboratório de Inovação Kaoye Guazina Oshiro e a procuradora do Estado Ana Carolina Ali Garcia também participaram do evento.
O Programa é desenvolvido por meio do Convênio nº 02.028/2025, firmado entre a PGE/MS, o TJMS, a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e a FAPEC (Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura).
O objetivo é selecionar e formar profissionais para atuar em atividades práticas do TJMS e da PGE/MS, voltadas à transformação digital, às tecnologias da informação e comunicação, à engenharia de software e à inteligência artificial.
A iniciativa se conecta ao trabalho já desenvolvido pelo Laboratório de Inovação da PGE/MS, que vem estruturando projetos voltados à integração entre Direito e tecnologia. Atualmente, o laboratório atua em frentes como automação de peças jurídicas com uso de inteligência artificial, análise estruturada de jurisprudência e desenvolvimento de ferramentas para gestão do contencioso estratégico.
Para o procurador-chefe do LAB, Kaoye Oshiro, a chegada dos residentes representa um avanço na consolidação do laboratório. “A chegada dos cinco residentes é um marco para o Laboratório de Inovação da PGE/MS. Esse projeto deixou de ser uma aposta e passou a ser uma realidade institucional consolidada”, destacou.
O procurador acrescenta que a residência tem caráter formativo estratégico, ao preparar profissionais capazes de transitar entre o vocabulário jurídico e o técnico, um perfil essencial no setor público.
“Com a chegada dos residentes, ampliamos a capacidade de execução desses projetos e abrimos espaço para atacar problemas mais complexos, especialmente aqueles ligados ao contencioso de massa e à saúde pública, áreas onde o ganho de eficiência se converte diretamente em economia de recursos públicos e em melhor prestação de serviço ao cidadão”, completou.
Maria Eduarda Paes, Programa de Estágio PGE/MS
Foto capa: TJMS
